| Museu da Cortiça em Silves reabre por umas horas |
| 17-Mai-2012 | |
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Um grupo de jovens vai reabrir por um dia o Museu da Cortiça da Fábrica do Inglês, em Silves, para limpar um espólio único no mundo que se encontra abandonado há três anos.
A ação decorre esta sexta feira dia 18 entre as 09:30 e o 12:30 e, dia em espaço vai abrir portas, excecionalmente, para receber visitas gratuitas de alunos e da população. A iniciativa, lançada por Manuel Castelo Ramos, professor e ex-diretor do museu, e alguns dos seus alunos, com idades entre os 12 e os 15 anos, procura sensibilizar a comunidade local para a importância da reabertura daquele espaço, que fechou portas em 2009, e para a degradação de todo o espólio que se encontra no seu interior. A Fábrica do Inglês, que integra o Museu da Cortiça, funcionou durante vários anos como um complexo de animação de Silves e pertence a uma empresa do Grupo Alicoop/Alisuper, recentemente adquirido pelo Grupo Nogueira, que detém 28% das ações, e a vários acionistas pulverizados que detêm os restantes 72%, explicou à Lusa Manuel Castelo Ramos. Parte do complexo da Fábrica do Inglês está agora à venda em hasta pública por cerca de 900 mil euros, até ao dia 11 de setembro de 2012, refere o site da Autoridade Tributária Aduaneira. Construído sobre uma antiga fábrica de cortiça, o complexo de animação turística, fundado em 1999, albergava o Museu da Cortiça e espaços de restauração e espetáculos, mas encerrou em maio de 2009 por dificuldades financeiras. |
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